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><channel><title>Guanabara.info &#187; Perguntas e respostas</title> <atom:link href="http://www.guanabara.info/category/debate/perguntas-e-respostas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.guanabara.info</link> <description>Podcast, vídeo aulas, PHP, HTML, SEO, Humor e Notícias todo dia</description> <lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 15:41:25 +0000</lastBuildDate> <generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator> <language>pt-br</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /><itunes:summary>Podcast, vídeo aulas, PHP, HTML, SEO, Humor e Notícias todo dia</itunes:summary> <itunes:author>Gustavo Guanabara</itunes:author> <itunes:explicit>no</itunes:explicit> <itunes:image href="http://www.guanabara.info/podcast/images/guanacast-logo.jpg" /> <itunes:owner> <itunes:name>Gustavo Guanabara</itunes:name> <itunes:email>contato@guanabara.info</itunes:email> </itunes:owner> <managingEditor>contato@guanabara.info (Gustavo Guanabara)</managingEditor> <copyright>2006-2007</copyright> <itunes:subtitle>GuanaCast o Melhor Podcast de Tecnologia</itunes:subtitle> <itunes:keywords>podcast, tecnologia, seo, hardware, como funciona</itunes:keywords> <image><title>Guanabara.info &#187; Perguntas e respostas</title> <url>http://www.guanabara.info/podcast/images/PodTunesPeq.jpg</url><link>http://www.guanabara.info/category/debate/perguntas-e-respostas/</link> </image> <itunes:category text="Technology"> <itunes:category text="Podcasting" /> <itunes:category text="Software How-To" /> </itunes:category> <item><title>Meu relato da Campus Party (atrasado, eu sei &#8211; ATUALIZADO)</title><link>http://www.guanabara.info/2011/02/meu-relato-da-campus-party-atrasado-eu-sei/</link> <comments>http://www.guanabara.info/2011/02/meu-relato-da-campus-party-atrasado-eu-sei/#comments</comments> <pubDate>Sun, 27 Feb 2011 12:00:53 +0000</pubDate> <dc:creator>Ricardo Pinheiro</dc:creator> <category><![CDATA[Apple]]></category> <category><![CDATA[Campus Party]]></category> <category><![CDATA[Debate]]></category> <category><![CDATA[Eventos]]></category> <category><![CDATA[Games]]></category> <category><![CDATA[Google]]></category> <category><![CDATA[Hardware]]></category> <category><![CDATA[Inovações]]></category> <category><![CDATA[Microsoft]]></category> <category><![CDATA[Notícias]]></category> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[Perguntas e respostas]]></category> <category><![CDATA[Retrocomputação]]></category> <category><![CDATA[Software]]></category> <category><![CDATA[Twitter]]></category> <category><![CDATA[AMD]]></category> <category><![CDATA[Internet]]></category> <category><![CDATA[Podcast Guanabara.Info]]></category> <category><![CDATA[relato]]></category> <category><![CDATA[Steve Wozniak]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.guanabara.info/?p=23418</guid> <description><![CDATA[Olá turma, aqui começa o meu relato de como foi a Campus Party 2011 para mim, que pela primeira vez lá estive, e para completar, como imprensa credenciada. Já que (ainda) sou editor desse site de alto garbo e elegância (como diz meu amigo Tiago Andrade), nada mais honesto de minha parte anotar, relatar e observar o que tenho visto por aqui. O que vocês lerão é um resumo dos quatro posts que coloquei no meu blog pessoal, se quiserem ler com mais detalhes, basta irem até lá.
Antes da minha chegada
Na terça, dia 18 de janeiro (quando cheguei a São Paulo), a chuva foi a vilã (segundo a Eletropaulo), e provocou a queda de luz no pavilhão por mais de uma hora, sendo precedida por outra queda, agora curta. Houve a procissão da Santa Banda Larga, gente pedindo uma graça&#8230; Conforme vocês podem ver no YouTube.
Bem, segundo a Eletropaulo a queda de luz foi em todo o bairro, como disse. Mas alguns campuseiros relataram-me que viram todo o bairro aceso, e só o Centro de Exposições Imigrantes apagado. Ora, será que eles não preveram a possibilidade de um apagão? Afinal, quando chove em São Paulo no verão, é chuva violenta, com possibilidade de quedas de luz. O aluguel de um ou mais grupos geradores ia bem. Economizaram por um lado mas chamuscaram a sua imagem no outro lado. Na sexta, dia 21 de janeiro, ocorreram mais duas quedas: A primeira foi no início da tarde, e que fez o MalcomTux pular da cadeira ao meu lado e gritar, socando o ar: &#8220;Dez minutos!&#8220;. Não entendi nada, mas ele explicou que a organização do evento prometeu a retomada total da energia elétrica em no máximo 10 minutos. Levou 15. Dá para aceitar sem broncas. A queda foi contida em parte pelos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
class="wp-caption alignright" style="width: 220px"><a
href="http://tecnologia.ig.com.br/imagens/263/12/12/1287332.campus_party_logo_tecnologia_225_300.jpg"><img
class=" " title="Campus Party Brasil 2011: Eu fui." src="http://tecnologia.ig.com.br/imagens/263/12/12/1287332.campus_party_logo_tecnologia_225_300.jpg" alt="Campus Party Brasil 2011: Eu fui." width="210" height="158" /></a><p
class="wp-caption-text">Campus Party Brasil 2011: Eu fui.</p></div><p>Olá turma, aqui começa o meu relato de como foi a Campus Party 2011 para mim, que pela primeira vez lá estive, e para completar, como imprensa credenciada. <span
id="more-23418"></span>Já que (ainda) sou editor desse site de alto garbo e elegância (como diz meu amigo <a
href="http://www.kombopodcasts.com" target="_blank">Tiago Andrade</a>), nada mais honesto de minha parte anotar, relatar e observar o que tenho visto por aqui. O que vocês lerão é um resumo dos quatro posts que coloquei no <a
href="http://estudiodaintrospeccao.blogspot.com/" target="_blank">meu blog pessoal</a>, se quiserem ler com mais detalhes, basta irem até lá.</p><h2>Antes da minha chegada</h2><p>Na terça, dia 18 de janeiro (quando cheguei a São Paulo), a chuva foi a vilã (segundo a Eletropaulo), e provocou a queda de luz no pavilhão por mais de uma hora, sendo precedida por outra queda, agora curta. Houve a procissão da Santa Banda Larga, gente pedindo uma graça&#8230; Conforme vocês podem ver no <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=i5QxL660e2I" target="_blank">YouTube</a>.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTn36t5H58I/AAAAAAAAHdo/kITTFchemFs/s288/IMG_0036.JPG"><img
title="Falta de luz - a de sexta-feira." src="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTn36t5H58I/AAAAAAAAHdo/kITTFchemFs/s288/IMG_0036.JPG" alt="Falta de luz - a de sexta-feira." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Falta de luz - a de sexta-feira.</p></div><p>Bem, segundo a Eletropaulo a queda de luz foi em todo o bairro, como disse. Mas alguns campuseiros relataram-me que viram todo o bairro aceso, e só o Centro de Exposições Imigrantes apagado. Ora, será que eles não preveram a possibilidade de um apagão? Afinal, quando chove em São Paulo no verão, é chuva violenta, com possibilidade de quedas de luz. O aluguel de um ou mais grupos geradores ia bem. Economizaram por um lado mas chamuscaram a sua imagem no outro lado. Na sexta, dia 21 de janeiro, ocorreram mais duas quedas: A primeira foi no início da tarde, e que fez o <a
href="http://malcomtux.blogspot.com/" target="_blank">MalcomTux</a> pular da cadeira ao meu lado e gritar, socando o ar: &#8220;<strong>Dez minutos!</strong>&#8220;. Não entendi nada, mas ele explicou que a organização do evento prometeu a retomada total da energia elétrica em no máximo 10 minutos. Levou 15. Dá para aceitar sem broncas. A queda foi contida em parte pelos geradores que mantiveram o cubo de vidro da Telefonica no ar, e alguns pontos estratégicos. Mas nessa, a rede foi paralisada novamente. Para ser exato, houveram 2 quedas da rede na sexta. Se vi direito, o consumo de banda não alcançou o topo oferecido pela patrocinadora do evento, mas mesmo assim houve cortes e com isso reclamações.</p><h2>Infraestrutura que deixou a desejar</h2><p>Para começar a conversa, <em>achei a chegada muito confusa</em>: Desculpem organizadores, mas&#8230; Reitero a afirmação, de que achei a chegada à Campus Party muito confusa. Eu, pelo menos, como imprensa credenciada, não sabia onde pegar o ônibus no Terminal Jabaquara, e tive que perguntar um bocado de gente até alguém me dizer. Faltaram avisos na saída do metrô. Finalmente consegui descobrir o microonibus parando a 3 quadras do metrô. Em compensação, o resto foi tranquilo, com o microonibus conduzindo os campuseiros até o Centro de Exposições Imigrantes.</p><p>Outra coisa incômoda era <em>o excesso de calor humano</em>. Aliás, o excesso de calor em geral. Apesar dos ventiladores com borrifador de água, o calor é forte. Mas nada que um carioca não resista. Os paulistanos e o pessoal do Sul, por sua vez, devem estar sofrendo. Já nós, cariocas, e os amigos do Nordeste estão sentindo-se em casa. Um matogrossense me disse que estava sentindo frio&#8230; E nessas horas lembrei do Riocentro, que alguns falam mal, mas <a
href="http://www.riocentro.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=51&amp;infoid=17&amp;lng=br&amp;sid=12" target="_blank">foi eleito o melhor centro de exposições da América Latina</a> e tem ar-condicionado em 4 dos seus 5 pavilhões&#8230;</p><p>Uma curiosidade é que <em>tudo na Campus Party é muito grande</em>: São 6500 campuseiros, num espaço de alguns milhares de m2, com uma banda larga de 10 Gbps, vários patrocinadores, montes de oficinas&#8230; E muita gente com a cara enfiada no desktop/notebook/netbook/whatever. Engraçado como muitos preferem ficar na companhia dos seus micros ao invés de moverem as bundas (gordas e magras) e ir até as palestras. Teve gente que mal levantava para almoçar, ou como disse o <a
href="http://twitter.com/ftarcan">Tato Tarcan</a> ao pessoal do <a
href="http://papodegordo.mtv.uol.com.br/">Papo de Gordo</a>: &#8220;<strong>Estou cogitando usar fraldas geriátricas para nem ter que levantar daqui!</strong>&#8220;. Claro, com muito bom-humor, mas houveram exageros. Mesmo num evento desses, um <em>get a life</em> caía bem.</p><p>Ah, outra coisa que era grande era o preço da comida: R$ 4 por uma garrafa de água mineral de 500 ml, R$ 20 por dia de estacionamento, ou um prato de yakisoba pequeno por R$ 7. Caro mesmo.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><em><em><a
href="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT-BHSFIDNI/AAAAAAAAH1M/09u6YLQPhjw/s288/IMG_0001_1.JPG"><img
title="Olha as quedas de tráfego que ocorreram ao longo do dia." src="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT-BHSFIDNI/AAAAAAAAH1M/09u6YLQPhjw/s288/IMG_0001_1.JPG" alt="Olha as quedas de tráfego que ocorreram ao longo do dia." width="288" height="216" /></a></em></em><p
class="wp-caption-text">Olha as quedas de tráfego que ocorreram ao longo do dia. E não foi só nesse dia, ocorreram em outros também.</p></div><p><em>A internet é realmente rápida</em>. Cheguei a baixar <a
href="http://ubuntu-release.locaweb.com.br/" target="_blank">um CD do Ubuntu 10.10</a> em 2 minutos (média de 7 Mb/s), e todo mundo gera tráfego, de uma forma quase inimaginável. Os gráficos que são expostos no quiosque da Telefonica mostram isso. Mas no dia em que eu cheguei, algumas bancadas estavam sem acesso à rede. Essa falha ocorreu novamente ao longo de alguns dias, com picotes na conexão, o que desagradou algumas pessoas (ou muitas). Mas nem tudo eram flores, a infraestrutura montada pela Telefonica deixou a desejar em alguns  momentos: O acesso quase instantâneo a alguns sites ficou mais lento  do que na minha casa, com o meu ADSL de apenas 2 Mbps, acreditem se  quiser. No caso de torrents, a flutuação é normal, mas a variação era maior do que a esperada. Muito maior. Sim, um dos torrents (uma série de 3 temporadas dos anos 1980) eu fechei em casa. Não teve jeito. Mas deu para acumular uns 80 Gb de arquivos, incluindo algumas ISOs de DVDs de Linux (a <a
href="http://www.debian.org" target="_blank">Debian</a> toda, que tal?).</p><p>A chuva desabou de forma BEM violenta às 14 horas da sexta, 21 de janeiro, e um vento fortíssimo uivava do lado de fora do Centro de Exposições Imigrantes. Estava tão violento que tive que fechar o meu netbook por causa dos respingos de água. Sim, respingou água dentro do pavilhão. E eu estava no MEIO do pavilhão, muito próximos ao centro do mesmo, onde estava o cubo de vidro da Telefonica, ao lado da &#8220;sala de imprensa&#8221; e do quiosque da assistência técnica (que desassistiu alguns conhecidos meus). Mais uma falha que arranha a imagem do evento.</p><h2>E as pessoas?</h2><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT-BPaXp_UI/AAAAAAAAH1Y/kjxak04tvGU/s288/IMG_0003_1.JPG"><img
title="Podcasters comendo pizza!" src="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT-BPaXp_UI/AAAAAAAAH1Y/kjxak04tvGU/s288/IMG_0003_1.JPG" alt="Podcasters comendo pizza!" width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Podcasters comendo pizza!</p></div><p>É bom conhecer pessoalmente pessoas fantásticas que só conheci via Internet, e alguns vê-lo de perto. Por exemplo, <a
href="http://www.rapaduracast.com.br/" target="_blank">Jurandir Filho (Rapaduracast)</a> e <a
href="http://www.nerdcast.com.br/" target="_blank">Alexandre Ottoni (Nerdcast)</a> sendo entrevistados pelo <a
href="http://www.radiofobia.com.br/" target="_blank">Leo Lopes (Radiofobia)</a>, assim como <a
href="http://twitter.com/rodreis">RodReis</a> (Papo de Artista e <a
href="http://universowho.wordpress.com">Universo Who Podcast</a>, que tenho a honra de participar), Vinícius Schiavini e Tiago Andrade (<a
href="http://www.dimensaonerd.com">Kombo Podcasts</a>, que gentilmente hospedam o <a
href="http://retrocomputaria.blogspot.com">Retrocomputaria</a>). Também foi bom rever amigos como o pessoal do <a
href="http://www.baupirata.com/">Baú Pirata</a> (Júnior e jabour_rio, meu &#8220;quase-primo&#8221;), conhecer o povo bacana do <a
href="http://www.guerrilhageek.com.br/">Guerrilha Geek</a>&#8230; Podcasters conhecidos e desconhecidos, blogueiros, famosos e não-famosos, celebridades, sub-celebridades, não-celebridades e outros tantos, anônimos e ainda alguns que querem aparecer. Tem de tudo. Aliás, uma das atrações da Campus Party 2011 era o pessoal do <a
href="http://www.nerdcast.com.br">Nerdcast</a>, Alexandre Ottoni (jovemnerd) e Deive Pazos (azaghal). E parte da turma se manifestou por lá: Eduardo Spohr (&#8220;A Batalha do Apocalipse&#8221;), BlueHand, entre outros. Não, não fui lá olhar eles dando palestra. Por quê? Porque não havia nada de novo a ouvir&#8230; Embora fosse algo realmente novo: Eles fizeram um NerdCast ao vivo, praticamente. Não me incomodo com o fato dele serem &#8220;estrelas nerds&#8221; que eles alcançaram merecidamente. Não os invejo, não desejo ter essa posição e eles não são estrelas (explico melhor no próximo parágrafo). O que incomoda mesmo é o nível de fanatismo que alguns fãs deles tem: <em>O Deive comentou que um fã desmaiou ao apertar a mão dele</em>. Relatos parecidos o Gustavo Guanabara já contou em Guanacasts passados. Caramba, tem gente sem noção. No palco, fãs só faltaram dizer que o NerdCast ajudou ele a curar o câncer, obter a paz mundial ou revolucionar a ciência. Falaram, falaram, falaram&#8230; E não disseram nada.</p><p>E quanto às estrelas? Olha, como disse, de estrelas eles não tem nada, ambos são muito simpáticos. Só não falei com eles por não ter parado e tido a oportunidade. Minha timidez também não ajuda, e fiquei em débito com o Eduardo Moreira (<a
href="http://targethd.net" target="_blank">TargetHD</a> e <a
href="http://www.spinoff.com.br" target="_blank">Spinoff</a>), além de ter falado tão pouco com o Jurandir. Quando o jovemnerd e o azaghal sentaram-se para gravar a seção de emails do NerdCast 241, na mesa de som do Leo Lopes, logo se avoluma uma pequena multidão para assistir o evento. É bacana vê-los, são estrelas de primeira grandeza dentro da constelação da Campus Party, sentando na bancada de podcasters, batendo papo, falando abobrinha e rindo, como a gente fez em boa parte do tempo.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTmLE_uBrVI/AAAAAAAAHYE/-iuL1cQ2pxs/s288/IMG_0111.JPG"><img
title="Maratona Podcastal!" src="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTmLE_uBrVI/AAAAAAAAHYE/-iuL1cQ2pxs/s288/IMG_0111.JPG" alt="Maratona Podcastal!" width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Maratona Podcastal!</p></div><p>Rir, aliás, é o melhor remédio, e o Radiofobia, na pessoa do Leo Lopes e do Quessa, e com o auxílio do <a
href="http://twitter.com/ftarcan">Tato Tarcan</a>, do <a
href="http://wergeeks.net/" target="_blank">Professor Maury</a>, da <a
href="http://danielamonteiro.wordpress.com/" target="_blank">Daniela Monteiro</a> e de tantos outros protagonizaram dois dias de maratona podcastal, a #<a
href="http://radiofobia.com.br/tag/maratona-podcastal/" target="_blank">maratonapod</a>. Foi tão comentada que chegou ao 2o lugar nos Trending Topics do Twitter no Brasil. O Leo é radialista, sabe fazer um programa ao vivo como poucos, e leva o Radiofobia como se fosse um programa de rádio AM. Não é à toa que ganharam o prêmio Podcast de melhor podcast de humor em 2009. Na sexta, dia 21 de janeiro, a mesa de som, o iPad usado para scratches, os notebooks e os microfones profissionais deram lugar a um potente gravador com entrada para mais 2 microfones, e a corrida para os lados, para catar possíveis convidados (ou não) para um programa especial Campus Party do Radiofobia. <a
href="http://radiofobia.com.br/2011/02/radiofobia-49b-especial-campus-party-podosfera/">Vocês podem ouvir, já saiu, foi o episódio duplo 49</a>. A Maratona Podcast foi transmitida via Twitcam, e foi simplesmente hilária, você certamente <em>se cagâmbala de rir</em>.</p><p>Ainda tive uma salutar e produtiva conversa com um patrono dos podcasts nacionais,o grande <a
href="http://twitter.com/sergiovds" target="_blank">Sérgio Vieira</a> (<a
href="http://sergiovds.posterous.com/" target="_blank">Impressões Digitais</a>), pessoa de cultura vasta e simpatia imensa, e que conseguiu falar num podcast sobre topologia matemática de uma maneira tão apaixonada&#8230; Que nem eu, que sou matemático, conseguiria explicar. Foi uma das melhores conversas que tive na Campus Party, e um dos melhores contatos que estabeleci. Essas conversas fizeram valer o encontro.</p><p>No sábado, a maioria dos podcasters estava no <a
href="http://papodegordo.mtv.uol.com.br/2011/01/24/confira-o-tour-gastronomico-do-papo-de-gordo-em-sao-paulo/" target="_blank">Tour Gastronômico do Papo de Gordo</a>. Parece que foram mais de 50 pessoas, dessa vez. Só espero que o último prato não tenha sido a <em>canja de galinha do Hospital das Clínicas</em>&#8230;</p><h2>As oficinas e os debates</h2><p>Assisti poucas oficinas, preferi os contatos (entreguei vários cartões do Retrocomputaria) e deixei para baixar do YouTube palestras interessantes. Mas assisti algumas oficinas e debates, e a primeira foi do meu chapa <a
href="http://twitter.com/rtroian">Rodrigo Troian</a> e do Vinícius John, sobre&#8230; <a
href="http://www.openwrt.org">OpenWRT</a>. As oficinas são espaços interessantes para prática, já que teoria só não basta. E a turma flashou roteadores, instalou e configurou alguns brinquedinhos com o firmware amigo da rapaziada&#8230; Aliás, não descobri a tempo da Campus Party qual roteador que suporta 804.11n, tem porta USB e pode ter o OpenWRT instalado, só fiquei sabendo depois do evento (tem um Linksys que tem isso tudo, mas o Rodrigo me falou de <a
href="http://www.tp-link.com/products/productDetails.asp?pmodel=TL-WR1043ND">um da TP-Link que também tem tudo isso e é bem mais barato</a>). Agora não dá para fazer mais o serviço, só em casa. Mas foi uma oficina para lá de divertida, eles acabaram me botando até para falar, vê se pode&#8230;</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTn4CB9dohI/AAAAAAAAHeg/G7Qlg1FreEo/s288/IMG_0009.JPG"><img
title="Gustavo Guanabara dando aula, ops, fazendo oficina." src="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTn4CB9dohI/AAAAAAAAHeg/G7Qlg1FreEo/s288/IMG_0009.JPG" alt="Gustavo Guanabara dando aula, ops, fazendo oficina." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Gustavo Guanabara dando aula, ops, fazendo oficina.</p></div><p>Outra que assisti foi a do Gustavo Guanabara sobre podcasts. A oficina foi muito boa: Houveram dicas que mesmo para gente com alguma experiência em edição (como eu, com 60 episódios no ar do Retrocomputaria) vai aprender. O linguajar foi bem acessível, a comunicação fácil, e ele não se prendeu às ferramentas, apesar de precisar delas para apresentar como as coisas funcionam. Claro que não gostei dele falar mal do Audacity, e nem todos tem dinheiro para comprar o Soundbooth ou o GarageBand. No final das contas, nem ele mesmo gostou, pois numa conversa (gravada) com o Vinícius Schiavini (Kombo Podcasts), ele falou que foi infeliz na sua afirmação. É, eu concordo, o Audacity não é o melhor programa para edição de áudio, mas é muito bom, embora gaste muito espaço com dados. E sim, ele trava. Mas já aprendi a contornar o seu gênio temperamental&#8230; Se bem que ele gosta do <a
href="http://www.mevio.com" target="_blank">Mevio</a> e eu abomino. Aí fica no &#8220;elas por elas&#8221;. Outra coisa que gostei foi também de estatísticas, como contabilizá-las, e algumas dicas de sites que podem fazer esse &#8220;serviço sujo&#8221;. A oficina em si foi ótima, embora não tivemos prática (o que é um paradoxo &#8220;oficinal&#8221;), e tive inclusive algumas idéias sobre edição que envolvem o <a
href="http://www.ardour.org" target="_blank">Ardour</a> (o &#8220;clone&#8221; open-source do ProTools) e o <a
href="http://audacity.sf.net" target="_blank">Audacity</a>. Preciso estudar o primeiro. Gostei do que ouvi, apesar do marketing pró-Apple&#8230;</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><img
title="Debate de podcasts." src="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTn30W76nJI/AAAAAAAAHcs/cUeSNzQEf5g/s288/IMG_0066.JPG" alt="Debate de podcasts." width="288" height="216" /><p
class="wp-caption-text">Debate de podcasts.</p></div><p>Ainda tivemos o debate sobre podcasts, com a presença da Mafalda (do <a
href="http://www.monalisadepijamas.com.br/">Monalisa de Pijamas</a>), Alan Polar (do <a
href="http://www.nerdrops.com/" target="_blank">Nerdrops</a>), Eduardo Moreira (<a
href="http://targethd.net/" target="_blank">TargetHD</a> e <a
href="http://www.spinoff.com.br/" target="_blank">SpinOff</a>), Leo Lopes (Radiofobia) e o Maestro Billy (do programa do Luciano Huck, da <a
href="http://www.abpod.com.br/" target="_blank">ABPOD</a> e por aí vai). Foi um debate rico, com inestimáveis dicas sobre pautas, convidados, montagem, direitos autorais de músicas, e principalmente a transformação do seu podcast em algo profissional: A necessidade de um media kit, estatísticas de acesso&#8230; A mídia podcast ainda é muito nova, e a maioria das agências de publicidade não despertaram para esse novo meio de propaganda. Formatos de áudio, histórias engraçadas, problemas&#8230; E quando acabou a luz, aí é que a coisa desandou, com o Leo Lopes partindo para a piada corporal (fica feio falar que o amigo estava fazendo macaquices), e o Moreira indo questionar, na platéia, quem viu e gostou do final de <a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lost_(s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o)">Lost</a>&#8230; Felizmente (ou não) o microfone estava sem funcionar, mas o streaming de vídeo continuou, graças aos no-breaks. Se não editaram, experimente ver e tentar ler os lábios do Moreira. Sim, ele nunca gostou de Lost, o que é uma novidade para todos que nunca ouviram o SpinOff. Engraçadíssima, além de preciosa conversa.</p><h2>Curiosidades</h2><div
class="wp-caption alignright" style="width: 226px"><a
href="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhUYUMF7LI/AAAAAAAAH6k/FKJzMsbdQ00/s288/Imagem618.jpg"><img
title="O Tux no alto de um chapéu... E um humano embaixo." src="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhUYUMF7LI/AAAAAAAAH6k/FKJzMsbdQ00/s288/Imagem618.jpg" alt="O Tux no alto de um chapéu... E um humano embaixo." width="216" height="288" /></a><p
class="wp-caption-text">O Tux no alto de um chapéu... E um humano embaixo.</p></div><p>Achei por lá um monitor CRT de 15&#8243;, um gabinete full tower, um chapéu com um Tux colado em cima, um boneco do Bart Simpson&#8230; Tem de tudo, além dos indefectíveis notebooks, netbooks, desktops, cabos de rede&#8230; Fotografei notebooks em estilo vitoriano, canecas de cerveja infláveis, perucas sobre tripés e banners tortos. Vi gente em massa fazendo check-ins no <a
href="http://www.4sq.com">Foursquare</a>, mais de 900 pessoas com roupão do BB tentando ir para o Guinness, uma bandeira de um estado brasileiro projetada no teto&#8230; Vocês podem ver melhor no meu álbum de fotos. As fotos não ficaram lá muito boas por causa da iluminação deficiente do local, e também porque eu evitei usar flashes: Se eu bato a foto, o flash pisca e ilumina o que está no primeiro plano. Se eu quero pegar o que está no segundo&#8230; Desiste. Por isso tive que contrabalançar com uma ISO alta e menor velocidade de abertura, mas um tripé fez falta.</p><h2>A exposição</h2><p>Na área de exposições da Campus Party (aberta a todos) havia vários estandes, e alguns locais para exposições relacionadas. Por isso há no meu álbum fotos de itens relacionados, como o carro movido a bateria de nobreaks, o relógio movido a água e um sapo (da <a
href="http://twitter.com/agenciafrog" target="_blank">@agenciafrog</a>) usando um notebook.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhXQIwGKXI/AAAAAAAAH7k/SFyXNyowC00/s288/Imagem634.jpg"><img
title="É só isso mesmo. E toca vídeo full-HD." src="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhXQIwGKXI/AAAAAAAAH7k/SFyXNyowC00/s288/Imagem634.jpg" alt="É só isso mesmo. E toca vídeo full-HD." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">É só isso mesmo. E toca vídeo full-HD.</p></div><p>Uma parada no estande da AMD, e conversei longamente sobre a tecnologia <a
href="http://fusion.amd.com/" target="_blank">Fusion</a>, as APUs (que reúnem processador dual-core + processador de vídeo + chipsets ponte norte e sul numa peça única &#8211; e pequena)&#8230; Além de tirar muitas fotos. Algumas ideias sobre media-center para a sala de casa foram devidamente adiadas. Já que prefiro AMD, vamos esperar pois a promessa é que o dito cujo vai ser bom. Eu, pelo menos, vi uma plaquetinha dessas tocando um vídeo em full-HD (Transformers 2), e o cooler era uma ventoinha muito simplória. A APU da AMD consome 18W apenas. Detalhe: Ela traz uma GPU Radeon HD série 6000 junto.</p><p>Ainda teve o <a
href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/UspxnvpHBJE1g3fRlTeYfg?feat=directlink" target="_blank">robô da Petrobrás</a> (operado por 2 pessoas, um controlava o robô, e outro mexia com a fisionomia dele), o &#8220;<a
href="https://picasaweb.google.com/lh/photo/G2qxqsuMbq4Oxv7HyxthGg?feat=directlink" target="_blank">super-piano</a>&#8221; (semelhante àquele do filme &#8220;Quero Ser Grande&#8221;), e outros itens. Ganhamos brindes, comprei algumas coisas (como duas camisas e um livro), vi e fotografei algumas coisas interessante.</p><h2>E o Woz?</h2><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9H8p2xSMI/AAAAAAAAHi0/Qp5t40F7gEA/s288/IMG_0101.JPG"><img
title="Steve Wozniak. Reverenciem o mestre, novatos." src="https://lh3.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9H8p2xSMI/AAAAAAAAHi0/Qp5t40F7gEA/s288/IMG_0101.JPG" alt="Steve Wozniak. Reverenciem o mestre, novatos." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Steve Wozniak. Reverenciem o mestre, novatos.</p></div><p>Não enganaria ninguém ao dizer que a minha principal motivação para ir à Campus Party foi <a
href="http://www.woz.org" target="_blank">Steve Wozniak</a>. Sim, ver e ouvir o Woz, um dos heróis da minha geração, não tinha preço. Para quem não o conhece, saiba que se não fosse ele, não teria existido Steve Jobs, Apple, iPhone, iPad, iPod, Mac&#8230; Ele começou tudo, aos 25 anos, quando montou o que nós entendemos como <em>computador pessoal</em>.</p><p>E lá vou eu para a coletiva de imprensa dele, no sábado, 22 de janeiro. Pergunto como é o esquema para um amigo, <a
href="http://twitter.com/rafarigues">Rafael Rigues</a>, da <a
href="http://www.pcworld.com.br" target="_blank">PC World</a>, ele me dá algumas dicas e lá vou eu, meio assustado, já que é a primeira vez em que sou imprensa credenciada. Como a maioria ali, eu queria um autógrafo do Woz na autobiografia dele (que eu tinha comprado pouco antes), e fazer uma pergunta a ele.</p><p>Filmei boa parte da coletiva, na medida com que era possível, já que a câmera trepidava, sem tripé, a iluminação não ajudava&#8230; E eu cansava. Fiz várias fotos desse sujeito simpaticão, pouco mais novo do que meu pai (60 anos), e com um iPod nano no pulso (direito). Ainda filmei&#8230; E consegui fazer a pergunta! Perguntei a ele sobre<em> o que ele mudaria no projeto original do Apple II</em>.</p><p>Antes que alguém diga que a pergunta é tola, o que perguntei a ele é pertinente: Afinal, ele criou o Apple I e o Apple II, viu sua criação vender 7 milhões de máquinas pelo mundo, <strong>mas ele saiu da Apple em 1987</strong>. Ele não faz mais parte do dia-a-dia da empresa que fundou há mais de 23 anos. Não adianta perguntar sobre iPad 2, sobre iPhone 5 ou os planos de dominação mundial do Jobs. Aliás, nem sobre a <a
href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/01/presidente-da-apple-steve-jobs-sai-de-licenca-medica.html" target="_blank">saúde de Steve Jobs</a> ele pode opinar muito, e não falou nada que não sabemos.</p><p>O Rigues perguntou-o a respeito de uma afirmação no blog dos desenvolvedores do Android, que dizem que os fabricantes terão que tomar uma posição: Ou fecham o aparelho completamente, ou permitem que o usuário faça o que quiser com ele. Woz saiu bem pela tangente, quase perpendicular, e não respondeu à pergunta.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9M0u9TrQI/AAAAAAAAHug/aFG7rufaViI/s288/IMG_0113.JPG"><img
title="Babs, do Garotas Geeks, e um Mac Classic II... Que funciona!" src="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9M0u9TrQI/AAAAAAAAHug/aFG7rufaViI/s288/IMG_0113.JPG" alt="Babs, do Garotas Geeks, e um Mac Classic II... Que funciona!" width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">Babs, do Garotas Geeks, e um Mac Classic II... Que funciona!</p></div><p>Quanto à minha pergunta, ele falou sobre o uso do Microsoft BASIC (ele queria evitar o fato), sobre colocar unidade de ponto flutuante no Apple II, e o mais só vendo o vídeo. Eu estava emocionado por um dos heróis da minha geração estar ali, respondendo uma pergunta minha. Um <a
href="http://tabajara-labs.blogspot.com/" target="_blank">amigo meu</a> teria infartado do coração nesse momento (<a
href="http://tabajara-labs.blogspot.com/2011/01/meu-mundo-acabou-p.html">se ele apertasse a mão do Woz, ele nunca mais a lavaria</a>). No final da coletiva, pano rápido e Woz sai pela lateral, rapidamente, e deixa todos nós com o livro na mão, esperando a assinatura. A Babs, do <a
href="http://garotasgeeks.com/" target="_blank">Garotas Geeks</a>, trouxe um Mac Classic II para ser autografado. Não foi ainda, mas ela foi o alvo das câmeras dos jornalistas presentes. Bem&#8230; Fica para o final.</p><p>Acaba a coletiva, vamos de volta para área dos campuseiros e eu sigo para ver a palestra, me enfiando no meio da molecada que quer ouvir o Woz (mas não faz a menor ideia do que ele fez na Apple). A aglomeração é grande, e fica díficil fazer fotos. Mesmo assim consegui registrar algumas da palestra, além de vê-lo chegando, tal qual estrela do rock, até o palco principal. Um amigo que tinha entrado como VIP liga, e me chama para a fila de autógrafos. O Woz autografaria na sala VIP, esse amigo foi barrado e ficou sabendo do fato. Como a fila estava no início, melhor ainda.</p><p>Na fila reencontro <a
href="http://www.zoomdigital.com.br" target="_blank">um ex-aluno meu</a>, conheço algumas pessoas muito simpáticas, como <a
href="http://twitter.com/rbanffy" target="_blank">um jornalista</a> que disse-me que a minha pergunta foi a mais relevante de todas e um fã de Apple II, que trazia um mouse de Apple IIgs para que o Woz autografasse. Conversa vai, conversa vem&#8230; Mais de uma hora na espera.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh4.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9OSzctGBI/AAAAAAAAHvc/z609jToLgB8/s288/IMG_0133.JPG"><img
title="2000 pessoas na fila... E aumentando." src="https://lh4.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9OSzctGBI/AAAAAAAAHvc/z609jToLgB8/s288/IMG_0133.JPG" alt="2000 pessoas na fila... E aumentando." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">2000 pessoas na fila... E aumentando.</p></div><p>Mais alguns problemas da organização surgem, quando nos retiram da fila para que pudéssemos tirar fotos do Wozniak autografando livros: &#8220;<em>Mas vocês não podem pedir autógrafo dele. Fã é fã, e imprensa é imprensa</em>&#8220;. Discordamos prontamente, e o jornalista responde de maneira exemplar: &#8220;<em>Esse homem é meu herói desde os 10 anos de idade, eu sou fã dele. Não saio daqui sem o autógrafo dele, mesmo sendo imprensa</em>&#8220;. Argumentei que as fotos dele já tinham sido feitas na coletiva de imprensa, só queria ser fotografado com ele, e o autógrafo. Conclusão&#8230; Pedido de desculpas a nós e voltamos para a fila.</p><p>Fila que, aliás estava bem desorganizada: Próxima a um bebedouro, e os seguranças ainda mandaram aproximá-la do móvel. Ou seja, veio gente com a desculpa de irem beber água, e ali ficaram, mesmo debaixo de protestos. A restrição de apenas um item a ser autografado pelo Woz (para que a fila andasse), não foi cumprida, já que vi gente subindo com 4 Macbooks debaixo do braço. Mais falhas de organização. No final, ainda foi formada uma segunda fila, dos dinamizadores (a equipe de apoio da Campus Party), e por pouco não ficamos parados, esperando que todos eles entrassem e recebessem seus autógrafos, para depois sermos atendidos: Debaixo de protestos, o apoio teve a brilhante idéia de misturar a fila, subindo algumas pessoas de cada uma das duas filas. E assim se fez.</p><div
class="wp-caption alignright" style="width: 298px"><a
href="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9Osv_UWDI/AAAAAAAAHv8/3sZS-tyImLY/s288/IMG_0141.JPG"><img
title="O momento inesquecível da Campus Party para mim." src="https://lh6.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TT9Osv_UWDI/AAAAAAAAHv8/3sZS-tyImLY/s288/IMG_0141.JPG" alt="O momento inesquecível da Campus Party para mim." width="288" height="216" /></a><p
class="wp-caption-text">O momento inesquecível da Campus Party para mim.</p></div><p>Finalmente subimos, e tudo foi muito rápido. Sentei-me ao lado dele e disse, em inglês claro e direto: &#8220;<strong>Senhor Wozniak, este é o nosso cartão. Nós temos <a
href="http://retrocomputaria.blogspot.com/" target="_blank">um podcast sobre retrocomputação</a>, e falamos também do Apple II</strong>&#8220;. E o sorridente gordinho (como disse minha mãe) estendeu a mão, pegou o cartão, agradeceu e disse: &#8220;<em>Interessante</em>&#8220;. E ele pegou um pacotinho, abriu, pegou um cartão de visitas dele e me entregou. Fiquei branco na hora, mas sorri e estendi a mão a ele para cumprimentá-lo, o que foi respondido. Logo fui tirado às pressas, já que não dava para esperar muito, mas ainda consegui fotografar um amigo, atrás de mim, também com o Wozniak.</p><p>As curiosidades do cartão de visitas do Wozniak consistem em que:</p><ul><li>Ele não dá esse cartão a qualquer um. Pelo contrário, ele só entrega esse cartão a quem ele considera interessante.</li><li>O cartão é feito de lâmina de aço, com alguns desenhos feitos a laser, e perfurações também.</li><li>O cartão traz o nome, email, endereço e número de telefone do Wozniak.</li></ul><p>O próprio Wozniak já brincou dizendo que <a
href="http://www.tuaw.com/2006/10/03/the-wozs-business-card/" target="_blank"> usaria o cartão para cortar bifes recebidos nos serviços de bordo das companhias aéreas aos quais ele viajaria</a>&#8230; Mas é um troféu, o que coroou uma semana de correria, e fez valer a pena o esforço. Como diz meu amigo Marcio Lima&#8230;</p><div
class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a
href="https://lh4.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhZT0C8pUI/AAAAAAAAH8E/YMLtOaRjLGM/s288/Imagem644.jpg"><img
class="  " title="Ajoelhe-se aos meus pés, filho de Jor-El!" src="https://lh4.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TUhZT0C8pUI/AAAAAAAAH8E/YMLtOaRjLGM/s288/Imagem644.jpg" alt="Ajoelhe-se aos meus pés, filho de Jor-El!" width="400" /></a><p
class="wp-caption-text">Ajoelhe-se aos meus pés, filho de Jor-El!</p></div><p>Dali, o que sobrou? Aquele amigo meu, da PC World, infelizmente, ainda estava no meio da fila. O rapaz do mouse de Apple IIgs disse que o Woz se emocionou quando viu a procedência do mouse, assinou e parabenizou-o por ter o micro &#8211; todo autografado, na moldura, pendurado na parede. O jornalista conseguiu 2 autógrafos: Um na sua edição da autobiografia, e outro na edição da autobiografia que ele vai dar ao filho dele de presente. Teve gente descendo com iMac autografado, outros com Macbooks&#8230; O que é meio burrice, já que você vai vender depois o notebook, e vais fazer o que com o autógrafo? Pedir mais caro? Bem fez a Babs, que conseguiu o autógrafo dele (finalmente) no seu Mac Classic II.</p><p>E com isso fecha a Campus Party para mim. Acho que tudo que eu tinha de bom a relatar está aí. Fica o convite a todos para ir até o meu álbum de fotos e ver o que registrei de lá. Acho que vão gostar&#8230; Ou não.</p><table
style="width: 194px;"><tbody><tr><td
style="height: 194px; background: url(https://picasaweb.google.com/s/c/transparent_album_background.gif) no-repeat scroll left center transparent; text-align: center;"><a
href="https://picasaweb.google.com/ricardojpinheiro/CampusParty2011?feat=embedwebsite"><img
style="margin: 1px 0 0 4px;" src="https://lh5.googleusercontent.com/_f4K0Fojdkk8/TTmKQ0hhpsE/AAAAAAAAH8E/8H7L0N-t0eM/s160-c/CampusParty2011.jpg" alt="" width="160" height="160" /></a></td></tr><tr><td
style="text-align: center; font-family: arial,sans-serif; font-size: 11px;"><a
style="color: #4d4d4d; font-weight: bold; text-decoration: none;" href="https://picasaweb.google.com/ricardojpinheiro/CampusParty2011?feat=embedwebsite">Campus Party 2011</a></td></tr></tbody></table><p>PS: O jabour_rio é meu &#8220;quase-primo&#8221; porque ele é amigo de um primo meu, e quase namorou com a irmã dele, logo, minha prima. Por isso, a &#8220;piada interna&#8221;.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.guanabara.info/2011/02/meu-relato-da-campus-party-atrasado-eu-sei/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>14</slash:comments> </item> <item><title>[MEGArtigo] Pen drive, a marca faz a diferença?</title><link>http://www.guanabara.info/2010/01/pen-drive-a-marca-faz-a-diferenca/</link> <comments>http://www.guanabara.info/2010/01/pen-drive-a-marca-faz-a-diferenca/#comments</comments> <pubDate>Wed, 20 Jan 2010 07:00:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Marcelo Mendes</dc:creator> <category><![CDATA[Downloads]]></category> <category><![CDATA[Hardware]]></category> <category><![CDATA[MEGArtigos]]></category> <category><![CDATA[Perguntas e respostas]]></category> <category><![CDATA[Tecnológicas]]></category> <category><![CDATA[2.0]]></category> <category><![CDATA[Marcas]]></category> <category><![CDATA[memorias flash]]></category> <category><![CDATA[Pen Drive]]></category> <category><![CDATA[USB]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.guanabara.info/?p=16480</guid> <description><![CDATA[Todos os anos aparecem no mercado  novas marcas no mundo da Informática, 2009 foi o ano em que apareceram a  TRANSCEND e a C3-TECH. Somando com outras marca mais populares, tivemos uma média de 10 opções em marcas de pen drives: KINGSTON, CORSAIR, IPQ, SANDISK, MARKVISIO, SAMSUNG, DANE-ELEC, TRANSCEND, SONY e LG. Pelo menos em minha cidade, essas eram as marcas mais populares nas lojas de Informática, é obvio que existem outras dezenas ou centenas de marcas.Então resolvi fazer um teste pratico e simples sobre esse assunto com os meus próprios pen-drive, veja os modelos:CORSAIR VOYAGER 16GB
KINGSTON DATATRAVER DT100 8G
KINGSTON DATATRAVER DT100 2GB
LG GOLD 1GB
DANE-ELLEC 8GB
TRANSCEND 2GB
SONY 2GBContinue lendo a postagem para ver qual foi o resultado desse SUPER teste.
Teste de Aparência
Primeiro teste, aparência e qualidade do produto externo.
CORSAIR ficou em primeiro lugar, com uma capa emborracha e lugar para colocá-lo no anel do chaveiro, a capa de borracha serve muito bem para proteger das chaves, e impedir que eventuais quedas danificarem o produto, sendo que essa característica também se encontra nos pen drives da MARKVISION, que não foram testados nesta matéria.
O da LG é dourado (ouro), ficando sempre com marca de dedo e muito fácil de arranhar. Todos os outros são de plástico duro, mas visualmente o DANE-ELLEC e o da SONY parecem ter um material melhor, um plástico mais durável. O TRANSCEND e o KINGSTONE são os mais secos e frágeis.Teste de PerformanceTRANSCEND 8GB com leitor biométrico, custa em média R$ 250,00
Transferi um vídeo no formato DIV-X de 700MB para dentro de cada pen drive (o mesmo vídeo para todos), com tamanho suficiente para caber em todos por causa da suas capacidades diferentes. Em cada um deles usei o meu notebook:SONY FW 460JT
Intel Core 2 Duo
8GB RAMPara cada cópia de arquivo fiz a reinicialização [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;">Todos os anos aparecem no mercado  novas marcas no mundo da Informática, 2009 foi o ano em que apareceram a  TRANSCEND e a C3-TECH. Somando com outras marca mais populares, tivemos uma média de 10 opções em marcas de pen drives: KINGSTON, CORSAIR, IPQ, SANDISK, MARKVISIO, SAMSUNG, DANE-ELEC, TRANSCEND, SONY e LG. Pelo menos em minha cidade, essas eram as marcas mais populares nas lojas de Informática, é obvio que existem outras dezenas ou centenas de marcas.</p><p
style="text-align: center;"><img
class="aligncenter size-full wp-image-16505" title="DSC00815" src="http://www.guanabara.info/wp-content/uploads/2010/01/DSC00815.JPG" alt="DSC00815" width="448" height="336" /></p><p
style="text-align: justify;">Então resolvi fazer um teste pratico e simples sobre esse assunto com os meus próprios pen-drive, veja os modelos:</p><ul><li><span
lang="EN">CORSAIR VOYAGER 16GB</span><span
lang="EN"> </span></li><li><span
lang="EN">KINGSTON DATATRAVER DT100 8G</span><span
lang="EN"> </span></li><li><span
lang="EN">KINGSTON DATATRAVER DT100 2GB</span></li><li>LG GOLD 1GB</li><li>DANE-ELLEC 8GB<span
lang="PT-BR"> </span></li><li><span
lang="PT-BR">TRANSCEND 2GB</span><span
lang="PT-BR"> </span></li><li><span
lang="PT-BR">SONY 2GB</span></li></ul><p><span
lang="PT-BR"><a
href="http://www.guanabara.info/2010/01/pen-drive-a-marca-faz-a-diferenca/#more-16480" target="_blank"><strong>Continue lendo a postagem</strong></a> para ver qual foi o resultado desse SUPER teste.</span></p><h2><span
lang="PT-BR"><span
id="more-16480"></span></span>Teste de Aparência</h2><p
style="text-align: justify;">Primeiro teste, aparência e qualidade do produto externo.</p><p
style="text-align: justify;">CORSAIR ficou em primeiro lugar, com uma capa emborracha e lugar para colocá-lo no anel do chaveiro, a capa de borracha serve muito bem para proteger das chaves, e impedir que eventuais quedas danificarem o produto, sendo que essa característica também se encontra nos pen drives da MARKVISION, que não foram testados nesta matéria.</p><p
style="text-align: justify;">O da LG é dourado (ouro), ficando sempre com marca de dedo e muito fácil de arranhar. Todos os outros são de plástico duro, mas visualmente o DANE-ELLEC e o da SONY parecem ter um material melhor, um plástico mais durável. O TRANSCEND e o KINGSTONE são os mais secos e frágeis.</p><p
style="text-align: center;"><object
classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param
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style="text-align: center;"><img
class="aligncenter size-full wp-image-16521" title="a1a1a1" src="http://www.guanabara.info/wp-content/uploads/2010/01/a1a1a1.jpg" alt="a1a1a1" width="420" height="420" /></p><p
style="text-align: center;"><em>TRANSCEND 8GB com leitor biométrico, custa em média R$ 250,00</em></p><p
style="text-align: justify;">Transferi um vídeo no formato DIV-X de 700MB para dentro de cada pen drive (o mesmo vídeo para todos), com tamanho suficiente para caber em todos por causa da suas capacidades diferentes. Em cada um deles usei o meu notebook:</p><ul><li>SONY FW 460JT</li><li>Intel Core 2 Duo</li><li>8GB RAM</li></ul><p>Para cada cópia de arquivo fiz a reinicialização do PC, a cronometagem foi feita com meu iPod, para ter certeza que estaria fazendo certo. Depois usei uma pasta com 650MB de arquivos variados, em um total de 343 arquivos na maioria .DOC e .PDF.</p><p
style="text-align: justify;">No início achei que não haveria diferença na transferência de arquivos do mesmo tamanho. Porém, para minha surpresa houve sim. O arquivo DIV-X foi transferido quase na metade do tempo, mesmo sendo 50MB maior que a pasta com os diversos tipos de arquivos. O tempo de transferência cronometrado foi:</p><ul><li>PASTA 650BM = 3m e 05 segundos.</li><li>DIV-X 700MB = 1m e 41 segundos.</li></ul><p>A grande diferença está na reinicialização do PC, pois caso você não faça, o Windows memoriza o tempo que ele irá gastar para essa transferência e a faz mais rápido por esta informação já estar em seu cash. Por isso tive que reiniciar meu PC até esse momento umas 20 vezes, para que nenhuma destas informações ficasse em meu PC.Quais foram os mais rápidos?</p><ol><li>CORSAIR &#8211; T/M 2:25 minutos</li><li>LG &#8211; T/M 2:34 minutos</li><li>Todos os outros tiveram tempo médio maior de 3 minutos.</li></ol><p
style="text-align: center;"><img
class="aligncenter size-full wp-image-16532" title="DSC00814" src="http://www.guanabara.info/wp-content/uploads/2010/01/DSC00814.JPG" alt="DSC00814" width="448" height="336" /></p><p
style="text-align: center;"><em>Programa de teste de transferência de arquivos para memórias flash.</em></p><h2>Programa Utilizado</h2><p
style="text-align: justify;">Para os testes a seguir, utilizei o programa <em><strong>Check Flash</strong></em>, disponível no superdownloads e no baixaki.</p><p
style="text-align: justify;">Segundo o programa <em><strong>C</strong><strong>heck Flash</strong></em> o SONY ficou com a pior taxa de transfêrencia: 16MB/s.</p><p
style="text-align: justify;">O LG, DANE-ELLEC e o CORSAIR, Com media de 30 a 35MB/S</p><h2 style="text-align: justify;">Fabricantes</h2><p>O KINGSTON é fabricado pela TOSHIBA, foi o único que tive coragem de abrir.</p><p><img
class="aligncenter size-full wp-image-16510" title="1111111" src="http://www.guanabara.info/wp-content/uploads/2010/01/1111111.jpg" alt="1111111" /></p><p
style="text-align: justify;">Mas sei que a outros modelos da própria KINGSTON que são fabricados pela SAMSUNG. O SONY é na verdade SAMSUNG e o LG usa chip PHILIPS. A CORSAIR não consegui descobri seu fabricante, que certamente não é do rotulo.</p><p
style="text-align: justify;">Há uns dois anos, li uma matéria na INFO.EXAME. Perguntando por que a própria KINGSTON não fazia suas próprias memórias flash, a resposta foi que se ela fabricasse colocaria automaticamente no mercado vários concorrentes.</p><p
style="text-align: justify;">Afinal acho que a marca importa sim, mas deve levar em minha opinião peso seis. Lembrando que este foi apenas um teste prático sobre pen drive e não um teste de laboratório, tanto que usei meus próprios pen drives. Cada um com a sua própria capacidade.</p><p
style="text-align: justify;">Acesse também esse link e veja outro teste semelhante ao que fiz porem com 21 marcas diferentes.</p><p
style="text-align: justify;"><a
title="teste com 21 modelos de pen-drives" href="http://www.testfreaks.com/blog/review/usb-flash-memory/usb-flash-drive-comparison-21-tested-and-compared/" target="_blank">http://www.testfreaks.com/blog/review/usb-flash-memory/usb-flash-drive-comparison-21-tested-and-compared/</a></p><h2 style="text-align: justify;">Meu KINGSTON é original?</h2><p
style="text-align: justify;">Devido à grande quantidade de vendas desse modelo, aumentam muito mais as chances desse pendrive ser falsificado. Por esse motivo, eu vou dar algumas dicas para não ser enganado e diferenciar o original do falsificado:</p><p><strong>1.</strong> A Kingston não fabrica pendrives OEM. Portanto, comprar o produto (supostamente novo) sem embalagem é pedir pra ser enganado.</p><p><strong>2.</strong> O blister dos pendrives Kingston são fechados a vácuo. Isso significa que você pode precisar de uma tesoura ou algo do tipo para abrir a embalagem. Se ao tentar abrir sua embalagem, você perceber que conseguiu abrir com muita facilidade, desconfie!</p><p><strong>3.</strong> No verso da embalagem, você encontra instruções de uso do seu pen drive. Essas instruções aparecem em diferentes idiomas, e devem obrigatoriamente estar em Português também. Se a embalagem mostra Instruções em um idioma só, ou não tem instruções em Português, seu produto provavelmente é falso.</p><p><strong>4.</strong> Finalmente, se ainda restarem dúvidas, entre no <a
href="http://www.kingston.com/Brasil/verify/verifyflash.asp" target="_blank"><strong>site de verificação de pen drives originais Kingston</strong></a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.guanabara.info/2010/01/pen-drive-a-marca-faz-a-diferenca/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>30</slash:comments> </item> <item><title>[UPDATE] Dúvidas frequentes sobre software livre e código aberto</title><link>http://www.guanabara.info/2009/07/algumas-respostas-a-duvidas-frequentes-sobre-software-livre-e-codigo-aberto/</link> <comments>http://www.guanabara.info/2009/07/algumas-respostas-a-duvidas-frequentes-sobre-software-livre-e-codigo-aberto/#comments</comments> <pubDate>Mon, 27 Jul 2009 12:00:28 +0000</pubDate> <dc:creator>Ricardo Pinheiro</dc:creator> <category><![CDATA[Culturais]]></category> <category><![CDATA[Debate]]></category> <category><![CDATA[Linux]]></category> <category><![CDATA[Perguntas e respostas]]></category> <category><![CDATA[código aberto]]></category> <category><![CDATA[Dúvidas]]></category> <category><![CDATA[Firefox]]></category> <category><![CDATA[linux]]></category> <category><![CDATA[MySQL]]></category> <category><![CDATA[perguntas]]></category> <category><![CDATA[pinguim]]></category> <category><![CDATA[respostas]]></category> <category><![CDATA[Software Livre]]></category> <category><![CDATA[Ubuntu]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.guanabara.info/?p=13234</guid> <description><![CDATA[
Eu ouço muita gente falando muita coisa a respeito de software livre, código aberto, Linux&#8230; Na maior parte por desconhecimento, falam besteira. Resolvi juntar e explicar algumas.Se eu fizer um software para Linux, sou obrigado a torná-lo livre, ou abrir o seu código-fonte?
Não. Existem pessoas (professores, inclusive) que são mal-informados e dizem que &#8220;tudo tem que ser liberado, você quer desenvolver para esse sisteminha aí?&#8220;. Mas foi dita uma grande besteira. Existem softwares comerciais para Linux. Numa lista rápida, relaciono softwares comerciais e alguns sharewares, como:Maya &#8211; Computação gráfica;
Mathematica &#8211; software para matemática;
Maple V &#8211; software para matemática;
Fermat &#8211; software para matemática;
MATLAB &#8211; software para matemática;
rar e unrar &#8211; utilitário compressor e descompressor de arquivos;
Moneydance 2007 &#8211; programa para administração de finanças;
Kylix &#8211; suite de desenvolvimento semelhante ao Delphi;
InstallShield &#8211; ferramenta de instalação de software;
Wavefront &#8211; Computação gráfica;
CA (Computer Associates) ARCserve for Linux &#8211; Soluções de backup e recuperação de desastres.Maiores detalhes nesse link. Claro que a maioria dos softwares tem o código-fonte aberto, mas isso não é regra ou obrigação. Mas nada impede que você feche o código e venda o seu software.
A marca &#8220;Linux&#8221;, está liberada assim como o código-fonte do kernel?
Não. A marca está registrada no mundo inteiro como propriedade de Linus Torvalds. No Brasil, a Conectiva comprou os direitos e repassou-os ao Linus, como várias outras Linux companies fizeram, ao redor do mundo. Na Alemanha, por exemplo, uma outra empresa chegou primeiro, comprou e quis explorar a marca de forma errônea, mas depois devido à pressão da comunidade, desistiu e cedeu os direitos a quem é de direito. Se você quiser usar a marca comercialmente, deve entrar em contato com os representantes do Linus para acertar questões legais.
Por que um pinguim como mascote?
O Tux (esse é o nome dele) foi criado para um [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify;"><a
href="http://pt.wikipedia.org%2Fwiki%2FTux"><img
class="aligncenter" title="Tux, o mascote" src="http://wiki.yoyogames.com/images/thumb/3/35/Tux.svg/334px-Tux.svg.png" alt="Tux, o mascote" width="234" height="275" /></a></p><p>Eu ouço muita gente falando muita coisa a respeito de software livre, código aberto, Linux&#8230; Na maior parte por desconhecimento, falam besteira. Resolvi juntar e explicar algumas.</p><p><span
id="more-13234"></span></p><p
style="text-align: justify;"><strong> <em>Se eu fizer um software para Linux, sou obrigado a torná-lo livre, ou abrir o seu código-fonte?</em></strong><br
/> Não. Existem pessoas (professores, inclusive) que são mal-informados e dizem que &#8220;<em>tudo tem que ser liberado, você quer desenvolver para esse sisteminha aí?</em>&#8220;. Mas foi dita uma grande besteira. Existem softwares comerciais para Linux. Numa lista rápida, relaciono softwares comerciais e alguns sharewares, como:</p><ul
style="text-align: justify;"><li>Maya &#8211; Computação gráfica;</li><li>Mathematica &#8211; software para matemática;</li><li>Maple V &#8211; software para matemática;</li><li>Fermat &#8211; software para matemática;</li><li>MATLAB &#8211; software para matemática;</li><li>rar e unrar &#8211; utilitário compressor e descompressor de arquivos;</li><li>Moneydance 2007 &#8211; programa para administração de finanças;</li><li>Kylix &#8211; suite de desenvolvimento semelhante ao Delphi;</li><li>InstallShield &#8211; ferramenta de instalação de software;</li><li>Wavefront &#8211; Computação gráfica;</li><li>CA (Computer Associates) ARCserve for Linux &#8211; Soluções de backup e recuperação de desastres.</li></ul><p
style="text-align: justify;">Maiores detalhes nesse <strong><a
href="http://www.yolinux.com/TUTORIALS/LinuxCommercialApplications.html." target="_blank">link</a></strong>. Claro que a maioria dos <em>softwares</em> tem o código-fonte aberto, mas isso não é regra ou obrigação. Mas nada impede que você feche o código e venda o seu software.</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>A marca &#8220;Linux&#8221;, está liberada assim como o código-fonte do kernel?</strong></em><br
/> Não. A marca está registrada no mundo inteiro como propriedade de Linus Torvalds. No Brasil, a <strong><a
href="http://www.conectiva.com.br" target="_blank">Conectiva</a></strong> comprou os direitos e repassou-os ao Linus, como várias outras <em>Linux companies</em> fizeram, ao redor do mundo. Na Alemanha, por exemplo, uma outra empresa chegou primeiro, comprou e quis explorar a marca de forma errônea, mas depois devido à pressão da comunidade, desistiu e cedeu os direitos a quem é de direito. Se você quiser usar a marca comercialmente, deve entrar em contato com os representantes do Linus para acertar questões legais.</p><p
style="text-align: justify;"><strong> <em>Por que um pinguim como mascote?</em></strong><br
/> <strong> </strong>O <strong><a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tux">Tux</a></strong> (esse é o nome dele) foi criado para um concurso de logotipos e mascotes para Linux. O Tux (que venceu) foi criado por Larry Ewing usando o <strong><a
href="http://www.gimp.org">GIMP</a></strong>, e liberado com apenas uma restrição: Que fosse reconhecido o autor e onde ele fez. Feito isto, você pode mexer à vontade com a imagem.  Tem uma galeria (acho que desativada) no <a
href="http://lwn.net/Gallery/" target="_blank">Linux Weekly News</a>, com uma coletânea IMENSA de pinguins. Diz Tove Torvalds, esposa do Linus, que ele gosta de pinguins, e também gosta de meter a mão em tudo que é lugar. Conclusão: Numa visita a um zoológico em Canberra, capital da Austrália, ele foi mordido por um pinguim pequeno, e a piada que surgiu foi que ele teve <em>pinguinite</em>&#8230; O Tux não é um animal audaz, rápido, vigoroso&#8230; É um pinguim gordo e simpático, apenas. Nada competitivo, mas ele é um barato!</p><p
style="text-align: justify;"><strong> <em>Por que existem tão poucos jogos para Linux?</em></strong><br
/> <strong> </strong> Existem muitos jogos para Linux sim. Se você clicar nesse <strong><a
href="http://www.ubuntugames.org/" target="_blank">link</a></strong>, irá encontrar uma lista muito grande, e não são todos. Tem projetos como de um instalador de jogos: Você escolhe, ele baixa da Internet, instala e você joga, além do <strong><a
href="http://www.transgaming.com/" target="_blank">Cedega</a></strong>, do <strong><a
href="http://www.winehq.org" target="_blank">Wine</a></strong> e de outras soluções para rodar jogos de Windows no Linux. Mas existem poucos jogos <strong>comerciais</strong>. A <strong><a
href="http://www.lokigames.com/">Loki Games</a></strong> portou vários jogos comerciais para Linux (principalmente da Activision), e desenvolveu a biblioteca <a
href="http://www.sdl.org">SDL</a>, mas infelizmente fechou as portas. Baixas vendas foi o motivo. Existem algumas dificuldades, como o desenvolvimento em bibliotecas proprietárias e exclusivas de uma plataforma (como o DirectX e o XNA), ao invés de soluções abertas e multiplataforma (como o SDL e o OpenGL). Outro é a baixa rentabilidade, mas existem alguns desenvolvedores que acham o contrário: Nesse <strong><a
href="http://antoniofonseca.wordpress.com/2009/01/02/o-mercado-de-games-para-mac-os-x-e-linux-pode-proporcionar-otimas-e-inexploradasoportunidades/" target="_blank">link</a></strong>, a Wolfire Games diz que &#8220;<em>ao suportar Mac OS X e Linux diretamente, suas vendas aumentaram em cerca de 122%</em>&#8220;. Outros desenvolvedores vendem jogos a um preço bem baixo, como <strong><a
href="http://br-linux.org/2009/serie-completa-do-game-penumbra-lancada-para-linux/" target="_blank">essa série da Penumbra Games a US$ 5</a></strong>. Infelizmente já expirou nessa semana (e eu não comprei, droga). Será que muda? Hmmm&#8230; Quem sabe? Mas é um círculo virtuoso: Mais jogos atraem mais usuários, e mais usuários farão as empresas portarem mais jogos.</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>Um software livre pode virar comercial?</strong></em><br
/> Sim, basta o desenvolvedor mudar a licença. Um dia farei um post sobre licenças, mas por enquanto, é possível sim. Um exemplo foi o que aconteceu no SERPRO. Por um tempo, o SERPRO usou uma solução desenvolvida na PROCERGS para correio eletrônico, o DIRETO. <a
href="http://portalantigo.softwarelivre.org/news/3237" target="_blank">Por questões políticas, o DIRETO teve seu código-fonte fechado pela própria PROCERGS</a>, o que iniciou um projeto a partir dele, o DIRETO Livre. Posteriormente, <a
href="http://www.celepar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=43" target="_blank">o SERPRO migrou para outra ferramenta, o Expresso, desenvolvido pela CELEPAR</a>. Mas no momento em que ele mudou a licença, <strong>só vale dali pra diante</strong>. Versões anteriores continuam liberados pela licença anterior. Logo, se o projeto é popular, é comum que, quando acontece isso, ocorra um <em>fork</em> (forquilha, ramificação, etc) e comece um projeto derivado da última versão livre, com rumos diferentes.</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>Pode-se ter um software livre e uma versão comercial?</strong></em><br
/> Sim, pode. O MySQL é um exemplo. A licença dele é dupla, tem uma versão livre (que a maioria usa), e a versão comercial, com características que só estarão na versão livre no futuro próximo. Alguns softwares são licenciados pela LGPL (Lesser GPL), que permite que tenha uma versão comercial e fechada. O Cedega, que citei ali em cima, é um exemplo. Existem outros, para irritação dos mais zelosos pelo SL. Mas é possível sim. A licença BSD, por exemplo, permite que se feche o código sem nenhuma contrapartida, e por isso ela é criticada: A parte de TCP/IP do Windows é toda trazida do BSD, porque a licença permite, e <strong>a Microsoft não está fazendo nada de errado</strong>.</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>Existe software famoso que é de código aberto mas não é considerado software livre?</strong></em><br
/> O Firefox é um bom exemplo. A Mozilla Foundation abre o código fonte de todos os seus aplicativos, para a modificação e redistribuição. Mas a licença que rege esse código-fonte é a MPL (“<strong><a
href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.mozilla.org%2FMPL%2F&amp;ei=eK5bSvCBJsPElAfcxbysBQ&amp;usg=AFQjCNEUgYEy-_SRHbzpQyoOWIyb0EzvHg" target="_blank">Mozilla Public License</a></strong>”), que é quase igual à GPL, mas com uma restrição: <em>Caso um programador modifique e redistribua seus aplicativos, eles deverão usar outro nome</em>. Em outras palavras, um Firefox modificado fora da Mozilla Foundation não pode ser chamado de Firefox. Essa política foi adotada para preservar o nome da empresa, visto que cópias modificadas podem ser instaláveis, o que poderia sujar a credibilidade da Mozilla. A distribuição Debian só fornece nos seus repositórios oficiais software que seja realmente livre, e por conta dessa restrição, começou em 2006 a fornecer o Firefox e o Thunderbird com outros nomes (Iceweasel e Icedove), por causa dessa questão da licença.</p><p
style="text-align: justify;">Outro exemplo é o Ubuntu. Ele é um sistema operacional de código aberto, mas não é considerado software livre. Na distribuição Debian, softwares que não são livres não estão disponíveis nos repositórios padrão. Além do Firefox, drivers proprietários são praticamente proibidos, o que resulta no fato que placas de vídeos de última geração só funcionarão somente de forma muito limitada, sem usufruir dos recursos 3D disponíveis. Isso ocorre principalmente com as placas de vídeo da Nvidia. No caso do Ubuntu, ele permite a inclusão de softwares não-livres, além dos de licenças GPL, o que torna o sistema a funcionalidade do sistema mais amplo. No Ubuntu, é possível afirmar que 99,9%  dos aplicativos seguem a filosofia do Código Aberto (entre eles, mais da metade utiliza a licença GPL). O restante 0,1 % é compostos por drivers proprietários de hardware.</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>Eu preciso de muito espaço para instalar o Linux?</strong></em></p><p
style="text-align: justify;">Uma coisa que eu acho muito bacana no Linux é o uso de bibliotecas compartilhadas. Existem algumas bibliotecas que são usadas pelos ambientes, e com isso você acaba economizando espaço em disco. Um exemplo é a <a
href="http://www.gtk.org" target="_blank">GTK</a>+, do <a
href="http://www.gnome.org" target="_blank">Gnome</a>. No <a
href="http://www.kde.org" target="_blank">KDE</a> temos a Qt, produzida pela Trolltech (hoje subsidiária da Nokia). Como a biblioteca é instalada pelo sistema, os programas não precisam trazê-la. Logo, eles são menores. O pacote de instalação do BrOffice, por exemplo, tem 190 Mb de tamanho, &#8211; completo (sem os cliparts). O Firefox tem 15 Mb, só.</p><p
style="text-align: justify;">Então, você pode instalar o Linux sem consumir muito espaço. Se você não vai trabalhar com desenvolvimento Web ou outra atividade que demande muito espaço, você pode pensar em dar 20 Gb para o sistema como um todo. Minha primeira instalação, do Conectiva Linux 2.0, em 1998, ocupou 512 Mb. da partição de 768 Mb A minha instalação atual, do Ubuntu 9.04 no meu netbook, é numa partição de 10 Gb, e tem 5,2 Gb ocupados. E eu tenho ferramentas de compilação instaladas, além do fonte do kernel (que come quase 700 Mb atualmente). Mas os meus arquivos pessoais (o $HOME, ou o &#8220;Drive D&#8221; do usuário) ficam numa outra partição do disco.</p><p
style="text-align: justify;"><strong> <em>Vários dos programas que usamos no Windows não têm versões no Linux. Isso significa que não há programas iguais ou equivalentes?</em></strong><br
/> <strong> </strong>Isto significa que existem programas para Linux para desempenhar a <strong>maioria</strong> das funções que são feitas com o Windows: em alguns casos melhor, outros casos, pior. Mas existem algumas características únicas desses softwares:</p><ol
style="text-align: justify;"><li>A<strong> maioria</strong> são de código aberto, pelo menos (senão são software livre);</li><li>O custo do programa é <strong>zero</strong>, e você tem liberdade de fazer (quase) tudo com ele;</li><li>O diálogo entre desenvolvedor e usuário é muito mais rápido: Você tem acesso mais fácil a quem faz para propor sugestões, melhorias, corrigir falhas, etc;</li><li><em>Dados olhos suficientes, todos os erros são triviais</em> (Lei de Linus). Como o código é aberto, falhas são mais facilmente encontradas e corrigidas, e mesmo que alguém tente camuflar uma <em>backdoor</em> no sistema, há muito mais desenvolvedores que podem olhar, encontrar e remover;</li><li>O desenvolvimento aberto é mais rápido do que o desenvolvimento fechado, e com isso, muitas versões do mesmo software são lançadas, a uma velocidade maior do que a do software fechado: <em>Lance cedo, lance muito.</em></li></ol><div
class="wp-caption alignright" style="width: 244px"><img
title="Eric S. Raymond" src="http://dic.academic.ru/pictures/enwiki/69/Eric_Steven_Raymond.CUT.png" alt="Eric S. Raymond" width="234" height="275" /><p
class="wp-caption-text">Eric S. Raymond</p></div><p
style="text-align: justify;">Essas observações podem ser encontradas (essas e muito mais) ao ler o texto &#8220;<strong><a
href="http://www.geocities.com/CollegePark/Union/3590/pt-cathedral-bazaar.html" target="_blank">A Catedral e o Bazar</a></strong>&#8220;, de Eric S. Raymond. Esse texto, por exemplo, influenciou a Netscape a abrir o código-fonte do seu navegador, em 1999 (10 anos atrás, quando escrevo esse texto), o que deu origem ao projeto <strong><a
href="http://www.mozilla.org" target="_blank">Mozilla</a></strong>, e mais recentemente, ao Firefox.</p><p
style="text-align: justify;">Logo, existem muitos softwares para Linux, mas <strong>não necessariamente os mesmos</strong>. E aí vem a pergunta que sempre faço quando falam que precisam de algo mega para fazer algo micro:</p><ol><li><em>Você realmente precisa disso tudo que esse software fornece?</em></li><li><em>Você já verificou se não tem outro software mais simples, que faça o que você precisa mais rapidamente?</em></li><li><em>Você já considerou o custo de uma licença desse software?</em></li></ol><p
style="text-align: justify;">Sempre gero um ar de frustração em adolescentes que acham que precisam do Photoshop para remover olhos vermelhos de uma foto, enquanto o <a
href="http://picasa.google.com" target="_blank">Picasa</a>, do Google, tem ferramentas embutidas já para isso. Mas eles querem o status de usar o Photoshop, mesmo que seja uma cópia não-autorizada. Mas falo de cópia não-autorizada depois.</p><p
style="text-align: justify;">Voltando ao Linux, recomendo a todos que olhem o site <strong><a
href="http://www.linuxalt.com">The Linux Alternative Project</a></strong>. Lá, ele relaciona o software para Windows e os equivalentes para Linux. É bom até para descobrir programas para Windows que fazem a mesma coisa que outros, mas não conhecemos. Mas não se iluda: Não há soluções para <strong>tudo</strong> no Linux. Ainda há falta de alguns bons programas de design, por exemplo. Claro que parte das soluções implementadas no software comercial foram pagas (como o sistema de cores <strong><a
href="http://www.pantone.com/" target="_blank">Pantone</a></strong>, que a Adobe pagou muito alto para tê-lo nos seus softwares) e o pagamento da licença serve para custear esse tipo de gasto que a produtora tem. Mas como temos muita gente que se acha esperta&#8230;</p><p
style="text-align: justify;"><em><strong>Enfim, o Linux é melhor do que o Windows?</strong></em><br
/> Respondo falando por mim: Uso Linux há 11 anos, e exclusivamente Linux no meu desktop há 6, fora os outros computadores da casa, que, com exceção do netbook, são só Linux (o netbook tem <strong><a
href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mac_OS_X" target="_blank">Mac OS X</a></strong> também). Não uso outros Unix ou outros sistemas por pura falta de tempo, e Windows eu não tenho necessidade. <strong>E, para o que eu faço, sim, ele é muito superior.</strong> Há usuários que precisam de soluções exclusivas do Windows, mas que podem experimentar o Linux e rodar essas soluções via <strong><a
href="http://www.winehq.org">WINE</a></strong>. Conheço pessoas que tem toda a suite da Adobe rodando no seu notebook com Linux instalado, porque eles precisam. E funciona muito bem. Mas existem casos onde o Windows é superior ao Linux, em termos de software disponível, por exemplo.<br
/> Agora, se o Linux vai sobrepor o Windows&#8230; Eu espero sinceramente que sim, e que não demore. Mas não quer dizer que será logo. Só o tempo e as circunstâncias dirão.</p><p>Encerro com esse vídeo:<br
/> <object
width="400" height="345" data="http://www.metacafe.com/fplayer/500418/software_livre_x_codigo_aberto.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param
name="name" value="Metacafe_500418" /><param
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name="allowfullscreen" value="true" /></object><br
/> <span
style="font-size: xx-small;"><a
href="http://www.metacafe.com/watch/500418/software_livre_x_codigo_aberto/">Software Livre X Codigo Aberto</a> &#8211; <a
href="http://www.metacafe.com/">The funniest videos clips are here</a></span></p><p
style="text-align: right;"><em><strong>Fontes:</strong> [Muitas para colocar na postagem de uma só vez!]</em></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.guanabara.info/2009/07/algumas-respostas-a-duvidas-frequentes-sobre-software-livre-e-codigo-aberto/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>22</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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