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Licenças de uso parte 3: A mãe de todas as listas…

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Numa olhada no site da OSI, vemos que existem 74 licenças consideradas open-source por esta instituição, cada uma com as suas diferentes nuances. Vou separar em grupos de licenças, para ficar mais fácil a compreensão, e vou falar de algumas, apenas.

Licenças endossadas pela FSF:

  1. GPL – General Public License – Essa é a mais conhecida, e define as 4 liberdades (que falei no post anterior). Ela foi inicialmente escrita por Richard Stallman e apresentada em janeiro de 1989. Posteriormente, foi revista por um conjunto de advogados, reescrita e sua nova versão (de junho de 1991) é a mais adotada. O kernel do Linux e a maioria do software livre é liberado segundo essa licença. Uma curiosidade é que a licença é em inglês, mas a FSF não aceita oficialmente nenhuma tradução. Pede-se que o texto da licença seja enviado junto ao código-fonte, para que o usuário tenha ela disponível.
  2. GPL versão 3.0

    GPL versão 3.0

    GPLv3 – General Public License versão 3.0 – Em 2005, Stallman anunciou uma revisão da GPL, que contemplaria novas situações, como Computação Confiável, DRM, DMCA e outras demandas. Em 2006 saiu um rascunho, e em junho de 2007, a versão 3.0 saiu, mas não sem pesadas críticas. Alguns dizem que a FSF, com a GPL 3.0, virou promotora de um ativismo histérico. Outros dizem que a GPL 3.0 coloca tantas restrições… Para resguardar a liberdade do usuário que o engessa. De qualquer forma, Linus Torvalds manteve a versão 2.0 como a licença do kernel Linux. Quem tiver curiosidade, recomendo o site da FSF sobre a GPL 3.0.

  3. LGPL

    LGPL

    LGPL – Lesser (ou Library) General Public License – A LGPL foi escrita em 1991 e atualizada em 199, e resumidamente, é uma GPL focada em bibliotecas. Para quem não sabe, as bibliotecas são uma coleção de subprogramas utilizados no desenvolvimento de software. Logo, a diferença básica da LGPL é que ela permite a associação com programas que não estejam sob as licenças GPL ou LGPL. Ou seja, dá para usar código LGPL em software proprietário. Outra é que os trabalhos derivados dela que não estiverem sob a LGPL devem estar disponíveis em bibliotecas. O próprio Stallman explica que a GPL não é vantajosa para as bibliotecas sempre, e que existem casos onde a LGPL é melhor. O próprio Stallman e a FSF por vezes defende licenças ainda mais permissivas do que a GPL, mas com o objetivo de aumentar a liberdade dos usuários. Para fechar, a LGPL não é usada unicamente em bibliotecas, mas por exemplo, o WINE, a usa. Existe uma solução fechada, o Cedega, que é baseada no WINE.

  4. AGPL

    AGPL

    AGPL – Affero General Public License – Essa licença é nova, com a primeira versão em 2002 e a atual em 2007. A sua diferença básica para a GPL é que ela ateLicenças mais permissivas:nde uma demanda atual: Fornecer liberdade em softwares como serviços (SaaS), que são aqueles que não temos acesso direto ao código-objeto (os binários). Ou seja, aplicações web. O nome “Affero” vem de uma empresa de ensino à distância, fundada por Henry Poole, que teve a idéia dessa licença.

  5. FDL – Free Documentation License – Alguns a chamam de “a GPL para documentos”. É mais ou menos isso, a FDL é uma licença inspirada na GPL, que permite que textos, apresentações e conteúdo de páginas na Internet sejam distribuídos, reaproveitados, desde que se mantenha alguns direitos autorais e o material não seja usado de forma indevida. Uma coisa boa da FDL é que ela é reconhecida como uma licença de documentos por todos os países que assinaram a Convenção de Berna para direitos autorais, e você pode vender o livro, se quiser, mas ele também deve estar disponível num formato que todos tenham acesso.

Licenças mais permissivas:

  1. O mascote do Perl, um camelo.

    O mascote do Perl, um camelo.

    Artistic License – A licença artística foi criada por Larry Wall (criador do Perl), e é uma alusão ao conceito de licença poética. Ela é considerada “vaga, de significado não claro e confusa” (segundo a FSF), mas na versão 2.0 é considerada uma licença de software livre, e aceita. É permitido usar código liberado sob ela junto com código que está sob outras licenças, mas ainda não permite fechá-lo. Além do Perl, o cliente de FTP NcFTP, a máquina virtual Parrot e alguns emuladores (FakeNES e SNEeSe) são liberados sob ela. Uma curiosidade é que a banda R.E.M. liberou os videoclipes do seu último disco sob a Licença Artística.

  2. BSD – Berkeley Software Distribution License – A licença BSD é a mais conhecida das licenças permissivas, e as restrições impostas por ela são menores do que as colocadas pela FSF. Basicamente você deve manter no código-fonte os comentários apontando quem são os autores daquele trecho de código (no caso, licenciado sob a BSD). Quanto ao código, você pode incorporar a um software proprietário, fechar o seu código, sem nenhum impedimento. Pode-se distribuir software sob a licença BSD junto de outra licença. Alguns exemplos de uso de código BSD estão no Windows, que usa a parte de rede (em especial o stack TCP/IP) do BSD, e a Apple, cujo núcleo e base do Mac OS X é o Darwin, um derivado do FreeBSD. A licença é o que há de mais próximo do domínio público. Sobre a família de sistemas operacionais BSD, vou dedicar um artigo em breve.
  3. MIT – Massachusetts Institute of Technology License – A licença MIT, também conhecida como licença X, ou licença X11, é uma licença não-copyleft, e que é bem parecida com a licença BSD. Ela é mais conhecida por ser a licença do X Windows. Software que usa essa licença… Podemos citar o emulador de terminal PuTTY, o Expat (parser para XML), o sistema gráfico X Windows, e as bibliotecas dos projetos Mono e LUA. A biblioteca ncurses, por exemplo, usa a mesma licença, só que com um adendo. Como o texto da licença não tem copyright, ela pode ser modificada. Em termos de comparação, ela é semelhante à licença BSD de 3 cláusulas, que não exige que seja feita declarada na documentação do software que ele está usando código licenciado sob a licença MIT. Aliás, várias distribuições Linux abandonaram o XFree86 (implementação do sistema gráfico X11) em prol do Xorg por causa da licença: A licença X11 foi mudada de modo a exigir a “propaganda” do XFree86 dentro das distros Linux. O Fedora foi o primeiro a trocar, e outros seguiram no rastro.

Licenças criadas por fundações ou empresas:

  1. Apache

    Apache

    Apache Public License – Licença do projeto Apache, usada por todos os produtos desenvolvidos pela Apache Software Foundation (ASF). Ela exige que seja colocado o aviso de direitos autorais, mas não é copyleft, sendo mais próxima à licença BSD. Ela foi reescrita em 2004, para ser mais compatível com a GPL, principalmente com a versão 3.0 dessa licença. Mas não é 100% compatível por ter condições relacionadas à patentes. Alguns programas licenciados são: Apache HTTP server, o Tomcat, o Ant e o iCal Server, que pertence à Apple.

  2. IBM Public License – Licença da IBM, que não é compatível com a GPL, já que coloca a responsabilidade pelo código na mão de quem o publicou ou distribuiu. O objetivo dessa cláusula, segundo a IBM, é facilitar o uso comercial de código aberto, sem colocar quem usa arcando com a responsabilidade. Ela também não é compatível por ter restrições extras de patentes, que a GPL não coloca. Softwares que a usam são o servidor de emails Postfix, e o compilador Jikes, para Java (que foi descontinuado).
  3. CDDL – Common Development and Distribution License – Licença criada pela Sun e baseada na licença MPL (da Fundação Mozilla, aí embaixo), e que licencia o OpenSolaris, o NetBeans e outros softwares ligados à esta empresa (não todos). Não é compatível com a GPL, por ter várias cláusulas que geram discordâncias. Por causa dessa incompatibilidade, o ZFS (sistema de arquivos FANTÁSTICO desenvolvido pela Sun) não pode ser incorporado à árvore principal do kernel do Linux. Dá para usar código licenciado sob ela para produção de código fechado.
  4. Iceweasel, o Firefox completamente livre da Debian

    Iceweasel, o Firefox completamente livre da Debian

    MPL – Mozilla Public License – Licença do projeto Mozilla. O principal uso é em tudo que vem da Fundação Mozilla: Firefox e Thunderbird, além de outros softwares. É parecida com o conceito de copyleft, mas não tão rígida quanto à distribuição de trabalhos derivados. O código-fonte copiado ou alterado deve ter a licença mantida, mas o mesmo pode ser combinado em um programa com arquivos proprietários, além de fechar o código e produzir um produto fechado. Além disso, os pacotes de software da Mozilla Foundation incluem logotipos, ícones, a palavra “Mozilla”, e referências a outras marcas. A fundação utiliza a seguinte política para restringir a redistribuição: a obrigação de inclusão de citação do autor e a impossibilidade de menção quando determinado projeto é derivado de qualquer versão da suíte Mozilla, do Firefox ou softwares relacionados. Por isso, o projeto Debian redistribuiu o Firefox e o Thunderbird, recompilados, com os nomes de Iceweasel e Icedove.

  5. Ms-PL – Microsoft Public License – Licença criada pela Microsoft. Essa e a próxima licenças fazem parte da iniciativa Shared Source. Essa, em específico, é a licença menos restrita, e permite a distribuição de código compilado para propósitos comerciais ou não sob qualquer licença compatível com a Ms-PL. Uma lista de softwares que a usam pode ser encontrada nesse link aqui.
  6. Ms-RL – Microsoft Reciprocal License – Licença criada pela Microsoft. Essa permite a distribuição de código derivado, se os códigos-fonte derivados estiverem incluídos e mantiverem a mesma licença. Ah, ambas as licenças foram aceitas como licenças de código aberto, tanto pela FSF quanto pela OSI, embora hajam críticas a respeito da forma com que elas são executadas, “o velho pé atrás” que todos da comunidade do código aberto tem com a Microsoft.
  7. Nokia Open Source License – Licença criada pela Nokia, mas não é a mesma usada pela biblioteca Qt, cuja empresa criadora foi comprada por ela em 2008.

Licenças de produtos específicos:

  1. Eclipse Public License – Licença do projeto Eclipse, que é um ambiente integrado de desenvolvimento – Substitui a antiga Common Public License, e remove algumas pendências quanto a patentes. Não é compatível com a GPL, e enfraquece as questões da GPL quanto a patentes, para ser mais agradáveis ao empresariado, mas mantém uma cláusula de “retaliação de patentes”. Basicamente, juridicamente não é possível misturar no mesmo porduto códigos GPL com EPL. Modificações no código podem ser licenciadas de qualquer forma, mas o código original mantém-se EPL. Também não obriga a divulgar o código-fonte do produto.
  2. PHP License – Licença da linguagem PHP – Essa também não é compatível com a GPL, por causa de restrições no uso do termo PHP. Trabalhos derivados não podem contar o nome “PHP”, deve conter a frase This product includes PHP, freely available from http://www.php.net/, e o texto de direitos autorais do PHP devem estar incluídos. Note que a licença não cobre especificamente software desenvolvido em PHP, mas todos os que trazem o interpretador PHP inserido.
  3. Python Software Foundation License – Licença da linguagem de programação Python – Sucedeu a CNRI Python License, que não era compatível com a GPL. A PSFL é uma licença permissiva (como a BSD), compatível com a GPL, mas não é uma licença copyleft, permite modificações no código-fonte e fazer projetos derivados sem abrir o código. É aceita pela FSF e pela OSI.
  4. Qt

    Biblioteca Qt

    QPL – Qt Public License – Licença da biblioteca Qt, da Trolltech. Há algum tempo atrás, houve muita celeuma na comunidade Linux por causa do KDE e do GNOME, por questões de licenciamento. O GNOME é todo baseado na biblioteca GTK+ (Gimp ToolKit), uma biblioteca criada para usar no Gimp, e estendida para outros usos, como o GNOME. E a GTK+ é GPL. Em contrapartida, o ambiente KDE é baseado nessa biblioteca Qt A primeira licença dizia que a Qt era liberada sem custos para uso em programas de código aberto no Linux. Mas para soluções não-Linux, ela deveria ser comprada. Isso criou muitos problemas na comunidade, afinal, um dos ambientes mais usados do Linux estava baseado numa biblioteca proprietária. Richard Stallman propôs o início de um projeto para criar uma biblioteca equivalente à Qt, só que LGPL. Era o projeto Harmony. Em 2000, a Qt teve a sua licença mudada (GPL), mas a versão para Windows era proprietária. O Mac OS X foi adicionado à lista de suportes, mas ainda numa licença proprietária, que depois foi revogada. Depois, ela foi liberada sob a licença QPL, que era aprovada pela OSI mas era incompatível com a GPL (não era uma licença de copyleft). No final das contas, a Qt versão 4.0 foi liberada sob a GPL em 2005, e em 2008 a Trolltech foi comprada pela Nokia. Hoje em dia existem versões da QT para Linux/X11, Windows, Windows CE, Mac OS X, Linux embarcado e foi anunciado uma versão para Symbian S60. A QPL está em desuso hoje em dia.

Harald Welte, o pai de muuuuuuitas crianças no mundo do open-source.

Harald Welte, o pai de muuuuuuitas crianças no mundo do open-source.

Depois desse falatório todo, como lidar com violações às licenças? Bem, no caso da GPL, Harald Welte, programador ativíssimo da comunidade open-source (netfilter/iptables, OpenMoko, elo de ligação da VIA com a comunidade, OpenBSC, etc) mantém um site chamado GPL Violations. Lá estão listados todas as violações que foram feitas à licença open-source, e estimula os lesados a irem acertar com os réus para que ambas as partes saiam ganhando. Se não saírem, vão para a Justiça, e a GPL ganhou todas que disputou. Já houveram casos contra o fabricante de GPS TomTom, a fabricante de placas-mãe Gigabyte, a fabricante de equipamentos de rede D-Link, a fabricante Asus… Nas palavras do texto introdutório do site, GPL não é domínio público, e existem condições que devem ser respeitadas.

E como escolher uma licença? Sim, isso é uma arte, e você deve pensar bem antes de licenciar o seu código. Você pode mudar a sua licença depois, sem problemas. Mas é importante escolher direito para evitar dores de cabeça. Você deve pesquisar, e pensar o que você quer que possa ser feito com o seu código. Recomendo a leitura desse texto do Linux.com (em inglês). Há esse livro, Open Source Licensing: Software Freedom and Intellectual Property Law, que ajuda também a entender, mas duvido que alguém o compre por aqui… Note que várias licenças são recíprocas (como a GPL e suas derivadas), mas outras (como a ASL) não são. Pense muito bem antes de licenciar, e… Bom desenvolvimento!

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  • Edivan Teixeira

    Ricardo, fico impressionado com a sua determinação em trazer informações, você realmente corre atrás e nos trás o melhor, Obrigado.

    Sei que não tem haver com teu post, mas gostaria de fazer uma critica construtiva ao site, a uns 6 meses quando conheci o guanabara.info, o site era atualizado constantemente e com muito conteúdo interessante, hoje são poucas atualizações e a maioria não trás conteúdo interessante somente curiosidades e novidades de iphone, sei que vocês não ganham nada para manter isso, que todos tem trabalhos e que deve ser difícil manter um site como esse, mas não levem como uma critica.

    Digo isso por gostar muito do guanabara.info, a ponto de utilizá-lo como minha pagina principal, sempre recomendo aos meus alunos e considero entre os melhores da categoria, senão o melhor, só realmente não gostaria que isso tudo acabasse em um gizmodo brasileiro da vida. Ricardo por favor cara não pare, existem diversas pessoas que precisam do teu conhecimento, ate o momento todos os seus posts foram 10.

    Espero ouvir em breve mais um guanacast, com o Rafa falando bobeiras, o Gustavo explicando algo de forma engraçada, o Rennan gritando no microfone e o site bombando de conteúdo interessante. Abraço Galera.

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 1:55 am
  • Mais um texto enorme mas esclarecedor, parabens!

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 11:26 am
  • Edivan e Paulo, que bom que vocês gostaram! Eu vou juntar esses posts para escrever algo como uma apostila para usar em cursos, pois tem sido muito bem aprovados por vocês. Mais uma vez, obrigado. Ler comentários elogiosos faz sentir que valeu a pena o trabalho, pelo menos alguém leu e gostou! :-)

    Falando por mim, adoraria poder postar mais, mas o tempo não me permite. Estou lecionando (a partir de ontem) 7 disciplinas diferentes, para 3 empregadores, em 4 lugares diferentes. Ou seja, é complicado. Meu blog pessoal, mesmo, está sem posts novos há 1 mês. Mas estou tentando colocar 3 posts aqui por semana, de assuntos interessantes. Se você notar, os mega-artigos saem na 2a, a bobeira na 4a e algo para pensar na 6a. Prefiro gerar o conteúdo do que simplesmente copiá-lo, pois existem muitos outros sites bacanas por aí que também geram, e eu acho uma pilantragem minha copiar e colar pura e simplesmente, ainda mais se não citar a fonte.

    Ainda tenho muitos assuntos listados para serem escritos, sobre DRM, Trusted Computing, família BSD, opiniões… Penso em começar a falar de fotografia, de coisas legais que descobri com ferramentas para Linux… Mas o tempo me impede. Então, cada um a seu tempo, estou tentando ir devagar. Eu também aprendo muito com essa pesquisa, não sabia metade do que está aí em cima, mas você, como professor, calcula quanto tempo levei para preparar um texto desses…

    Quanto ao podcast, o Gustavo deve estar mais enrolado do que eu, mas sei que o próximo (o 68) está para sair, e os planos para o 69 estão adiantados. A gente precisa muitas vezes aprender a náo querer abraçar o mundo com as pernas, é um exercício que eu faço diariamente.

    PS: Ah, o Gizmodo é legal! :-) Mas para não virar um site que só fala de gadgets é que eu invisto nesses posts para fazer o povo ler e aprender, e principalmente pensar.

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 11:39 am
  • Guilherme Sebold - 17 Anos - Loanda

    éh, “Mais um texto enorme mas esclarecedor, parabens!”[2]

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 1:33 pm
  • Boa noite Ricardo,

    Todos os posts assim que eu posso eu leio com atenção, pois sei que são artigos muito bem elaborado, e é o que nos faz pensar e ate mesmo interagir com o mundo do software livre, eu particularmente estou me dando de cara nesse assunto, pois é um assunto ótimo.
    Ricardo, assim que puder divulgue mais do linux e suas novidades, pois estarei sempre prestigando, o site do guanabara em si, é uma ” dose diaria de tecnologia” .
    Grato
    ;D

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 8:04 pm
  • So uma observação ja tinha tentando enviar varios comentarios mas sempre que iria enviar dava um erro, deveria ser o congestionamento… rs..

    Site de vocês é bem dinâmico.
    Ricardo se puder me enviar assunto esclarecedores de software livre agradeço, em minha monografia iria citar seu nome e o site de vocês como referência importantissima.

    =D

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 8:07 pm
  • joao vitor I 13 anos I Fortaleza - CE

    Sempre uns post muito bons

    [Responder]

    agosto 18, 2009 @ 8:28 pm
  • Esses papos de licenças sempre me confundiam, até eu começar a usar o Mandriva. Agora entendo + – o que o Ricardo diz.

    [Responder]

    agosto 19, 2009 @ 8:36 am
  • Luccas | 16 | RS

    Ricardo, perfeito, geralmente nos cursos sempre nos explicam mais ou menos o que é Open Source, FSF, Software Livre… e GPL, como sendo a única ou a licensa que todo mundo usa no Open Source!
    Muito esclarecedor, já recomendei pro meu professor porque vai ajudar muito os alunos que ainda não tiveram este estudo (só agora me considero neste grupo, rsrsrsrs).

    [Responder]

    agosto 19, 2009 @ 9:13 am

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